event_noteAtualizado em: 19/04/2016
Todo bibliófilo sonha ver um dia seu nome na capa de um livro, porém, para realizá-lo, é preciso mais que uma carga generosa de leitura; é preciso habilidade para escrever. E quando isso envolve alinhavar a própria história às de outrem, a exigência aumenta consideravelmente. Para o coordenador-geral da Unicamp, professor Álvaro Crósta, na realização do sonho de se tornar autora, Ademilde Félix Gomes ratifica tal habilidade a ponto de se revelar como uma cronista ao lançar o livro Só podia ser o Christiano e outras histórias do dia a dia da comunidade da Feec. A obra, lançada em 15 de abril, na própria faculdade, reúne histórias vivenciadas pela autora durante 26 anos de trajetória na Feec, antes de ser convidada para assumir a coordenadoria adjunta da Diretoria Geral de Recursos Humanos da Unicamp.
“Sempre gostei de livros. Também sempre apreciei ouvir das pessoas histórias sobre fatos do dia a dia. E há algum tempo comecei a pensar em juntar essas duas paixões, ou seja, colocar as histórias que as pessoas me contaram em um livro”, declara Ademilde. A história da coordenadora adjunta na Unicamp se inicia em maio de 1986, na Biblioteca Central. O incentivo para procurar um cargo diferente de auxiliar de bibliotecário foi dado pela amigaMarta, que identificou em Ademilde potencial para desenvolver outras atividades. Foi a própria amiga que a indicou o professor Akebo, da Feec, para um avaliação. O teste? Datilografar um texto em máquina elétrica. Alguém da geração Z deve estar se perguntando como seria isso, mas para a década de 1980, era um luxo, e para Ademilde, uma nova história dentro da Universidade.
Parabéns pela matéria e mais ainda, parabéns Ademilde pela conquista e sonho realizado. Tenho muito orgulho de você.
Excelente texto, maravilhosa homenagem. Não tenho palavras para agradecer à equipe do GGBS.
Marli Elisa Nascimento Fernandes
21/04/2016Parabéns Ademilde pela produção do livro você se torna mais um exemplo de perseverança, diante de tantas desigualdades mas que soube olhar a frente e prosseguir, nosso orgulho. Que Deus continue a abençoa-la para chegar mais além. Abraços Profa. Dra. Marli Fernandes